Textos encontrados em Sites da Internet

Textos da Revista "Tempo Social", revista de Sociologia da USP, Vol.1(1) maio de 1989

  • A sociologia e o mundo moderno - Octavio Ianni: "Este ensaio procura esclarecer o compromisso da sociologia com o mundo moderno formado com o desenvolvimento do capitalismo. Primeiro, examina as principais teorias clássicas. Mostra como elas nascem com os desafios com os quais se defronta a sociedade a partir de meados do século XIX. E lembra que essas teorias continuam a propiciar paradigmas para as correntes sociológicas que se propõem no século XX. Segundo, registra os temas fundamentais da sociologia, também criados no ambito dessa sociedade; temas que continuam básicos nas correntes que se ensaiam no século XX. Terceiro, analisa as relacões entre a sociologia e a modernidade, sugerindo que essa disciplina expressa dilemas e perspectivas do pensamento em fase da modernidade. E quarto, por fim, sugere que a sociologia pode ser lida como uma forma literária, na qual se destacam as criacões épicas. Por seus temas e explicações, a sociologia muitas vezes parece uma epica do mundo moderno."

  • Identidade Cultural, Identidade Nacional no Brasil - Maria Isaura Pereira de Queiroz: "O problema da identidade cultural no Brasil vem sendo colocado desde os primeiros trabalhos em Ciências Sociais no país, datados do século XIX. No correr do tempo, foi sendo abordado de ângulos diferentes, em ligação íntima com as condições sócio-econômicas nos diversos momentos em que se definia a identidade. Uma observação mais acurada mostra que há urna sinonímia entre os conceitos de identidade cultural e identidade nacional, ao contrário do que ocorre na Europa."

  • A constituição como projeto político - Florestan Fernandes: "Este discurso parlamentar elabora uma análise histórico-sociológica das condições econômicas, políticas e sociais da dimensão política das constituições brasileiras, que são vistas como projetos das classes dominantes com o objetivo de organizar a sociedade civil e o Estado. Primeiramente mostra-se como, já com a nossa primeira constituição, se estabelece uma tradição marcada pelo modernismo importado, pelo formalismo jurídico avançado e pela exclusão da maioria da população trabalhadora aos direitos à participação efetiva na organização da sociedade. Em seguida, examinam-se os dilemas da atual Assembléia Nacional Constituinte, dividida entre dois grupos opostos: o conservador, que pretende realizar apenas uma revisão constitucional, e o radical, que almeja romper com a ordem ilegal imposta pela ditadura militar ainda persistente na Nova República."

  • Os Anarquistas: duas gerações distanciadas - Aziz Simão: "O ensaio compara dois momentos do anarquismo no Brasil, intervalados por três décadas. Embora o pensamento libertário se tenha preservado em essência, ocorreram alterações quanto à quantidade e origem social dos adeptos, à situação do movimento na sociedade industrial moderna, às relações institucionais e técnicas de ação social. Em termos gerais, o terreno de semeadura do anarquismo passou da classe operária e do sindicato às classes médias e à universidade. Só agora se inicia a formação de algumas minúsculas ligas operárias nos moldes do anarco-sindicalismo. Disto resultam problemas que ferem princípios e práticas elaborados pelo anarquismo originário. Doutra parte, foi rompida a mútua marginalização que no passado se faziam o Estado e o operariado, o que favorecia o anti-estatismo libertário. O ingresso do proletariado no espaço do Estado, através do sindicato oficial e do partido político, deixou sem ressonância naquela classe a conclamação anti-estatal libertária. Bloqueado pelo sindicato único e recusando a organização partidária, o anarquismo tende a ficar no plano dos movimentos sociais."

  • Foucault: o silêncio dos sujeitos - José Carlos Bruni: "Este pequeno estudo mostra como Foucault, ao romper com as filosofias tradicionais do sujeito - o marxismo, o existencialismo, o positivismo -, empenha-se na reconstituição histórico-social das tecnologias da sujeição, sem apontar os caminhos possíveis da libertação dos oprimidos. Crime e loucura surgem como figuras do mal e da desrazão, prisão e manicômio circunscrevem espaços da exclusão total, instituições estratégicas para se compreender os fundamentos da ordem social. Recusando-se a dar voz ao silêncio dos sujeitos, Foucault coloca, de modo radical, a questão da representação, convidando-nos a uma nova reflexão sobre o papel específico do intelectual e do político em geral."

  • Maio de 68: o advento do individualismo e da heteronomia - Irene de Arruda Ribeiro Cardoso: "Comentário crítico da obra de Jean Luc-Ferry e Alain Renaut. Pensamento 68: ensaio sobre o anti-humanismo contemporâneo. São Paulo, Ensaio, 1989."

Textos da Revista "Tempo Social", revista de Sociologia da USP, Volume 3(1-2) outubro de 1993

  • A prisão sob a ótica de seus protagonistas - Itinerário de uma pesquisa - Sérgio Adorno: "O objetivo deste artigo é descrever um programa de investigação sociológica cujo objeto consistiu no estudo da reincidência criminal e da violência nas prisões do Estado de São Paulo (Brasil). O artigo discute questões metodológicas a respeito do processo de construção do objeto, sobre as relações entre observador e observado, as diferentes técnicas e métodos de investigação, bem como o emprego de histórias de vida."

  • Trabalho e comunicação nas indústrias automatizadas - Phelippe Zarifian: "O objetivo do texto é rediscutir a relação entre o sistema de informação e a produção, a partir da constatação de que o setor central da comunicação intersubjetiva é a linguagem – que se apóia sobre a manipulação da língua enquanto construção social de falas profissionais. A dimensão da comunicação na oficina de nossos dias afeta a dimensão da gestão, no sentido da possibilidade efetiva de busca de compreensão mútua entre a direção e os assalariados sobre a base dos "móveis de vida" – uma nova síntese de trabalho e comunicação."

  • Industrialismo, ecologia e democracia - Exploração em torno da participação de três atores sociais face ao esgotamento do produtivismo - Ricardo Toledo Neder: "O industrialismo, em escala mundial, é um complexo de apropriação dos recursos sociais pertencentes ao meio-ambiente, à produção científica e ao esforço reprodutivo de sociedades integradas ou, aos mercados. Tal processo equivale à "grande transformação" ou a produção em massa no mercado, que engendra um ritmo de vida dependente do "ethos" político de um regime produtivista capaz de induzir, no quadro contemporâneo brasileiro, ao entrechoque de duas práticas relacionadas com a democracia: a primeira postula uma participação funcional reforçadora do produtivismo, e a segunda sua confluência (problemática) com culturas políticas que valorizam os processos de participação e mudança não-planejadas. O artigo discute essas questões à luz do perfil e responsabilidade de três atores sociais no Brasil (trabalhadores/capitalistas; ecologistas e comunidade científica), e lança essa "cartografia" para cenários de reorganização societária em formações industrialistas do hemisfério Norte, deixando em aberto a pergunta sobre os riscos de um comportamento reflexivo desses atores face a essa reorganização."

  • Tempo e trabalho intelectual - José Carlos Bruni: "Por que a sensação generalizada de falta de tempo? Tomando-se esta questão como ponto de partida , trata-se de explorar alguns tipos de temporal idade da sociedade moderna para, em seguida, enfocar diretamente o tempo próprio da atividade intelectual – a temporalidade do saber –, por hipótese irredutível à racionalidade dos ritmos da produtividade a todo custo Discute-se inicialmente a temporalidade fundamental da sociedade capitalista, com seu tempo linear, homogêneo, infinitamente decomponível, marcado pelo imperativo da produtividade. Menciona-se a importância do tempo cíclico, que o capitalismo não chega a abolir, para se colocar a especificidade do tempo do trabalho intelectual, marcado pela criação e pelo acaso A pesquisa pretende detectar como, no trabalho dos docentes da Universidade de São Paulo, coloca-se a questão da temporalidade do saber, face ao processo de modernização da universidade, que pretende instituir, de forma sólida, a temporalidade da produtividade."

Textos da Revista "Tempo Social", revista de Sociologia da USP, 1(2) outubro de 1989

  • A questão da moralidade: da razão prática de Kant à ética discursiva de Habermas - Barbara Freitag, Professora da Universidade de Brasília (UnB), Coordenadora do mestrado e doutorado em Sociologia: "A moralidade, enquanto princípio que orienta a ação, permite várias abordagens, que sugerem um tratamento interdisciplinar. Neste ensaio a autora limita-se a quatro abordagens: a filosófica (Kant), a sociológica (Durkheim), a psicogenética (Kohlberg) e a discursiva (Habermas). A grade que orienta esta seleção e delimita os temas abordados é o estruturalismo genético de Piaget, que fornece os elementos para se pensar adequadamente a questão em seu conjunto. O estruturalismo genético se funda na razão, inclui a sociedade na reflexão, reconstrói a gênese do julgamento e considera fundamental o discurso. Por isso, Piaget repousa em Kant, debate-se com Durkheim, prepara o terreno para Kohlberg e antecipa a teorização de Habermas."

  • Divisão capitalista do Trabalho - Helena Hirata: "Os quatro textos apresentados a seguir, sobre divisão capitalista do trabalho, qualificação, divisão do trabalho entre os sexos e psicopatologia do trabalho, foram redigidos originalmente para servir de material de discussão para o curso “Tecnologia, processos de trabalho e políticas de emprego” efetuado no quadro do Programa de Pós-Graduação do Departamento de Sociologia da Universidade de São Paulo, no segundo semestre de 1987."

  • Políticas públicas, políticas sociais e políticas de saúde: algumas questões para reflexão e debate - Maria Helena Oliva Augusto: "Esta comunicação objetiva discutir, em primeiro lugar, as relações, proximidades e diferenças existentes entre as noções de planejamento estatal e de política pública que têm recoberto, no Brasil, o mesmo espaço empírico. Em seguida, acentuando a improcedência de distinções rígidas entre os aspectos “econômicos” e “sociais” da ação governamental, quer sugerir a necessidade de se repensar tal divisão e de se analisar, com maior profundidade, a própria noção — bastante controvertida — de política social. Com base nos planos governamentais desenvolvidos após 1964, busca, então, avaliar as políticas sociais no Brasil, enquanto conjunto central mas ineficaz de atividades de governo. Finalmente, é reservado espaço especial para a discussão da(s) política(s) nacionais de saúde."

  • Rondas à cidade: uma coreografia do poder - Heloisa Rodrigues Fernandes: "Este artigo procura interpretar algumas dimensões das práticas policiais de esquadrinhamento e vigilância do espaço urbano paulistano da década de 70: as rondas. Analisa a reorganização do aparelho policial pela ideologia da segurança nacional que, centrada na tese do “inimigo interno”, transforma o cidadão em “suspeito”, discriminando especialmente o trabalhador ao qual cabe o ônus de provar que não é “bandido” ou “marginal”. Discute como a imprensa do período tende a criticar as rondas apenas pelos seus “excessos”. Aponta alguns paradoxos do “discurso da suspeita” e, entre eles, o mais escandaloso: em nome do “cidadão de bem” dissolve a cidadania."

  • A MOBILIZAÇÃO DEMOCRÁTICA E O DESENCADEAMENTO DA LUTA ARMADA NO BRASIL EM 1968: notas historiográficas e observações críticas - João Quartim de Moraes: "As importantes mobilizações de massa de 1968, impulsionadas principalmente pelos estudantes, obedeceram a fatores preponderantemente internos, assim como as primeiras ações armadas urbanas ocorridas em São Paulo no mesmo momento (março-abril de 1968). Embora não estejam casualmente concatenadas, as passeatas estudantis e os grupos guerrilheiros remetem à mesma causa histórica, o golpe de Estado de 1964 e a ditadura militar. Constituíram, nesta medida formas distintas de resistência democrática. Nem por isso se pode perder de vista a dimensão internacional dos acontecimentos de 1968 no Brasil, que é particularmente evidente nas concepções teóricas sobre a estratégia revolucionária da guerrilha rural. Na prática, entretanto, a luta armada fixou-se nos centros urbanos e acabou por ser aniquilada antes de superar seu “impasse estratégico”.

  • A Tropicália: cultura e política nos anos 60 - Cláudio N. P. Coelho: "A Tropicália foi um dos movimentos artílsticos mais importantes dos anos 60, tendo sido interpretada como uma contestação radical às posições da esquerda, que neste período exercia forte influência sobre a produção cultural. A tese defendida por este artigo é a de que a Tropicália compartilhava a posição defendida pela esquerda de que a obra de arte deve ter por objeto a realidade brasileira e estar associada às lutas por mudanças revolucionárias, tendo construído, no entanto, uma versão própria desta posição. A Tropicália apresentava uma visão mais complexa da realidade brasileira do que a da esquerda, indicando a presença de uma combinação entre o arcaico e o moderno, enquanto a esquerda só enxergava o arcaico. A noção de Revolução defendida pela esquerda foi ampliada, com a incorporação da revolução nos comportamentos individuais às mudanças sociais. Do enraizamento na realidade que marcou o tropicalismo resultaram obras ainda hoje atuais como “Geléia Geral” de Gilberto Gil e “Tropicália” de Caetano Veloso."

Globalização, Neoliberalismo e o Papel do Estado - por Sebastião C. Velasco e Cruz / No Site do Professor Alberto Tosi Rodrigues: Política e Ciências Sociais - http://www.politica.pro.br/editor.htm

A Esquerda e a Pauta Unitária - por Marco Aurélio Nogueira / No Site do Professor Alberto Tosi Rodrigues: Política e Ciências Sociais - http://www.politica.pro.br/editor.htm

A política dialógica e o pluralismo pós-moderno: Notas acerca do debate entre Habermas e os contextualistas - por Luciana Tatagiba  / No Site do Professor Alberto Tosi Rodrigues: Política e Ciências Sociais - http://www.politica.pro.br/editor.htm

Mobilização Social e Democracia Política: Conjunturas críticas, ciclos de protesto e processos de democratização - por Alberto Tosi Rodrigues   / No Site do Professor Alberto Tosi Rodrigues: Política e Ciências Sociais - http://www.politica.pro.br/editor.htm

Estado e sociedade na perspectiva de Oliveira Vianna e Sérgio Buarque de Holanda - por Marta Zorzal e Silva / No Site do Professor Alberto Tosi Rodrigues: Política e Ciências Sociais - http://www.politica.pro.br/editor.htm

Introdução aos Modelos de Intermediação de Interesses: Pluralismo e Corporativismo em Perspectiva - por Alberto Tosi Rodrigues / No Site do Professor Alberto Tosi Rodrigues: Política e Ciências Sociais - http://www.politica.pro.br/editor.htm

Presidencialismo: a continuing brazilian regime - por Jason Todd Kelly  / No Site do Professor Alberto Tosi Rodrigues: Política e Ciências Sociais - http://www.politica.pro.br/editor.htm

O Impeachment do Presidente Collor - por Alberto Tosi Rodrigues  / No Site do Professor Alberto Tosi Rodrigues: Política e Ciências Sociais - http://www.politica.pro.br/editor.htm

A Massa na Praça: Mobilização e Conflito na Campanha das "Diretas Já" - por Alberto Tosi Rodrigues  / No Site do Professor Alberto Tosi Rodrigues: Política e Ciências Sociais - http://www.politica.pro.br/editor.htm

O Paradoxo Neoliberal e o Plano Collor I: Uma Primeira Abordagem - por Luciana Tatagiba  / No Site do Professor Alberto Tosi Rodrigues: Política e Ciências Sociais - http://www.politica.pro.br/editor.htm

Mobilização Social e Democracia Política: Da Eleição de Collor à de Fernando Henrique (1989-1994) - por Alberto Tosi Rodrigues  / No Site do Professor Alberto Tosi Rodrigues: Política e Ciências Sociais - http://www.politica.pro.br/editor.htm

A democracia que nos coube: mobilização social e regime político no Brasil (1989-1994) - por Alberto Tosi Rodrigues (Tese de doutorado - Unicamp); [arquivo zipado, autoexecutável] / No Site do Professor Alberto Tosi Rodrigues: Política e Ciências Sociais - http://www.politica.pro.br/editor.htm

Determinismo Social e Interação Individual em Durkheim, Weber e Simmel - por Alberto Tosi Rodrigues / No Site do Professor Alberto Tosi Rodrigues: Política e Ciências Sociais - http://www.politica.pro.br/editor.htm

Max Weber e a Sociologia da Política e do Estado Moderno - por Alberto Tosi Rodrigues / No Site do Professor Alberto Tosi Rodrigues: Política e Ciências Sociais - http://www.politica.pro.br/editor.htm

Biblioteca das Ciências Sociais - Introdução aos Modelos de Intermediação de Interesses: Pluralismo e Corporativismo em Perspectiva -   por Alberto Tosi Rodrigues.

Comentário sobre livro - Comentário sobre o livro "As aventuras de Karl Marx contra o Barão de Münchhausen" - de Michel Lowy

Curso de Sociologia - Prof. Bruno Braz Golgher - FAFICH/UFMG, Primeiro Semestre de 1997

Programa do Curso

Aula 1 - Aula de apresentação

Aula 2 - A emergência das Ciências

Aula 3 - Ciências naturais x ciências humans

Aula 4 - Modernidade e Racionalidade

Aulas 5 e 6 - Marx, Weber, Durkheim

Aula 7 - Regras do Método Sociológico - E. Durkheim

Aula 8 - Dilthey, Giddens

Aula 9 - Controle Social e Estratificação Social

Aula 10 - Interações cotidianas e elementos sociológicos

Aula 11 - Controle Social e Desvio

Aula 12 - Sociologia do Conhecimento

Aula 14 - O que é fato social - Durkheim

Aula 15 - Dualidade da Natureza humana - Durkheim

Conceito de Sociologia - Do Site "Sociologia on Line", construído pelos alunos do 2º B do Colégio Anchieta/Bahia:

O Estado e a nação - Do Site "Sociologia on Line", construído pelos alunos do 2º B do Colégio Anchieta/Bahia

Parte I - Estado e Nação

Parte II - Formas do Estado

Parte III - Funções do Estado

Minorias Sociais - Do Site "Sociologia on Line", construído pelos alunos do 2º B do Colégio Anchieta/Bahia

Parte I - Considerações Gerais

Parte II - O Menor

Parte III - O Negro

Parte IV - A Mulher

Parte V - O Idoso

Parte VI - O Indio

Cultura Brasileira - Do Site "Sociologia on Line", construído pelos alunos do 2º B do Colégio Anchieta/Bahia

Parte II - O Messianismo

Parte III - O Cangaço

Parte IV - Semana de Arte Moderna

Parte V - Relações culturais Brasil/EUA

Jogos: Quebra-cabeça de Karl Marx, Palavra Cruzada, Jogo de Damas, Ping Pong, Cubo Mágico - Do Site "Sociologia on Line", construído pelos alunos do 2º B do Colégio Anchieta/Bahia

Entrevistas - Lula, Noam Chomsky - Do Site "Sociologia on Line", construído pelos alunos do 2º B do Colégio Anchieta/Bahia.

Prova on line de Sociologia - Do Site "Sociologia on Line", construído pelos alunos do 2º B do Colégio Anchieta/Bahia.

Questões Polêmicas -  O Horror dos Excluídos e o Racismo no Trabalho, Índios Sem Terra, Legalização da Maconha, Sexo na Internet - Do Site "Sociologia on Line", construído pelos alunos do 2º B do Colégio Anchieta/Bahia

Questões Polêmicas 2 -  Aborto - Do Site do Professor Israel de Alexandria