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Textos sobre a psicanálise junguiana - No Jornal "Folha de São Paulo", de 08 de junho de 1991:
Quem foi Jung - "No início da década de 30, Jung e Freud rompem definitivamente, em função de divergências teóricas cada vez maiores." (Redação do Jornal "Folha de São Paulo")
Entrevista com Dieter Baumann, neto de C. G. Jung - "Diria que um dos grandes méritos de Jung foi o de ter reintroduzido no Ocidente o pensamento antinômico, já que, se alguém suporta os opostos em si mesmo, permanece consciente, e assim, serve à completude. Senão, a outra metade é projetada no inimigo, dando início às guerras. Jung diz que se alguém tem um conflito profundo, o importante é tentar participar dos dois polos do conflito, e assim lentamente poderá vir à tona um novo símbolo que os reunirá, ou estará acima ou abaixo dos dois polos." (Entrevista feita pelo psicanalista junguiano Luciano Colella )
Discípulas-amantes ajudaram a criar teoria - Nelson Blecher: "Foi graças ao relacionamento com as discípulas-amantes que Jung pôde tecer os fios do conceito de anima, o enigmático arquétipo que, se não for reconhecido, pode conduzir um homem de neuroses à perdição da loucura."
Analista diz que obra junguiana não é mística - Entrevista com o psicanalista Roberto Gambini: "Um dos pontos importantes é a concepção junguiana de que o inconsciente não é apenas um fenômeno pessoal, mas também coletivo e, portanto, que as pessoas são influenciadas por um conjunto de forças extremamente atuantes e imperceptíveis. Jung fez analises brilhantes do nazismo e da guerra, com um foco muito rico para se entender um momento de conflito através da constelação do inconsciente coletivo em determinados momentos, as polaridades ali ativadas etc. É um prisma até hoje pouco explorado por historiadores." (Entrevista feita por Nelson Blecher)
Símbolos da transformação provocou ruptura com Freud - Andrew Samuels (psicanalista junguiano): "Um dos pontos importantes é a concepção junguiana de que o inconsciente não é apenas um fenômeno pessoal, mas também coletivo e, portanto, que as pessoas são influenciadas por um conjunto de forças extremamente atuantes e imperceptíveis. Jung fez analises brilhantes do nazismo e da guerra, com um foco muito rico para se entender um momento de conflito através da constelação do inconsciente coletivo em determinados momentos, as polaridades ali ativadas etc. É um prisma até hoje pouco explorado por historiadores."
Livro apresenta o "parricídio" da psicanálise
- Nelson Blecher: Resenha do livro "Amigos íntimos, rivais perigosos": "Com uma clareza estilística que torna a leitura tão agradável quanto a biografia de Freud escrita pelo biógrafo Peter Gay, o principal trunfo de "Amigos Íntimos, Rivais Perigosos", consiste justamente na preocupação de iluminar para o público leigo o processo de desintegração do relacionamento que, nos primeiros anos do século, uniu os dois monstros sagrados do movimento psicanalítico: o austríaco Sigmund Freud e seu "filho espiritual", o suíço Carl Gustav Jung."
Obras de Jung - Várias obras de Carl Gustav Jung
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